A atmosfera familiar, uma boa infraestrutura e ligações com os principais pontos de Salvador tornam Brotas um dos bairros mais atrativos para investimentos do mercado imobiliário. AGRE, Syene e Ramos Catarino são algumas das construtoras que vem apostando em empreendimentos na localidade. “De quatro anos para cá, foram mais de duas mil unidades comercializadas em Brotas”, diz o diretor de habitação da Ademi-BA, José Azevedo Filho. “E quem comprou imóvel teve o investimento valorizado entre 25% e 30%”.
Só na Vila Laura, área localizada em Matatu de Brotas, o crescimento no número de imóveis novos saltou de 27, em 2008, para 330, no ano passado, de acordo com dados da Ademi-BA. Os empreendimentos, apesar de em sua grande maioria serem dirigidos à classe C, também incluem opções luxuosas. “Os moradores do Horto não consideram aquilo Brotas, mas é uma parte luxuosa do bairro”, ressalta o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-Ba), Kelsor Fernandes.
A Ramos Catarino lançou em junho o seu primeiro empreendimento na região, o Natura Jardim. “Fizemos uma pesquisa antes de decidir onde investir e Brotas foi apontado como o bairro onde todo mundo gosta de morar e de onde ninguém quer sair. Pretendemos continuar investindo em Brotas”, conta o presidente da construtora, Paulo Henrique Duarte.
O engenheiro ambiental Tiago Ferreira estava em busca do seu primeiro apartamento e escolheu um 2/4 no bairro, em julho passado. O jovem de 28 anos pesquisou antes de decidir-se. “Vi o preço um pouco mais alto no Cabula e achei Brotas mais centralizado e com uma infraestrutura muito boa”, conta.
Localização central é o maior atrativo do Bairro
O grande atrativo de Brotas é a sua localização. O bairro dá acesso fácil a pontos importantes de Salvador como o Bonocô, a Vasco da Gama e a Cidade Baixa. A infraestrutura de serviços como escolas, bancos, supermercados, etc, também são pontos positivos do lugar. Além disso, os preços dos terrenos também são mais convidativos que em outras regiões da cidade.
Mas assim como outros bairros tradicionais da capital baiana, Brotas carece de terrenos para a construção. A solução para isso tem sido a compra de casas do bairro.
Na opinião do presidente do Sindicato da Habitação (Secovi–BA), Kelsor Fernandes, a substituição das tradicionais casas por apartamentos não é uma problema. “Salvador é uma metrópole. As próprias questões de segurança vão fazer com que as pessoas troquem suas casas por apartamentos”.
Fernandes acredita que investir no bairro é uma boa opção. “Vai valorizar com certeza. A tendência das pessoas que moram em grandes cidades é residir perto do trabalho. Como Brotas está próximo de várias regiões onde as pessoas trabalham, será um bairro atrativo”, diz
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Documentos Exigidos na Vendas de Imóvel.
É prerrogativa da função do corretor de imóveis o conhecimento e a boa condução do processo de compra e venda, documentação e procedimentos são a base de um bom profissional. Clientes em geral depositam no corretor toda confiança, pois via de regra não entendem do processo.
A busca de um profissional para a prestação deste tipo de serviço pressupõe que, pelo pagamento de 6% de comissão devida, o corretor inicia e termina o processo oferecendo aos clientes; comprador e vendedor; a tranqüilidade de um negócio sem surpresas.
Em regra os documentos necessários para a venda do imóvel são os seguintes:
Do imóvel
– Título de propriedade registrado no Cartório do Registro de Imóveis competente (escritura pública, carta de arrematação, formal de partilha, etc);
- Certidão atualizada, expedida pelo Cartório de Registro de Imóveis, expedida nos últimos 30 dias. Este documento talvez seja o mais importante, porquanto além de atestar a titularidade do imóvel, também irá esclarecer se o imóvel está gravado com algum ônus real. A presente certidão, ainda, traça todo o histórico do imóvel, indicando se possui “habite-se”. Seu valor gira em torno de R$25,00 e pode demorar alguns dias para ser expedida, portanto, não deixe para última hora;
- ITBI: Imposto de Transmissão de Bens Imóveis. Deve ser pago pelo comprador ao município e apresentado na hora de dar entrada na escritura do imóvel. Custa 3% do valor do bem e pode ser pago diretamente na Prefeitura. Corresponde a 3% do valor atribuído ao imóvel;
- Certidão de Situação Fiscal Imobiliária: Certidão que serve para levantar se o imóvel tem algum imposto pendente e que ainda não foi ajuizado. Juntamente com esta certidão devem ser apresentados os carnês originais de IPTU dos 02 (dois) últimos anos pagos, até a data da escritura;
- Certidão para se conhecer a situação enfiteutica, isto é, se o imóvel é foreiro, ou seja, se tem domínio útil de órgãos públicos ou privados, como a Marinha e a Igreja. Deve ser solicitada na prefeitura municipal;
- Planta baixa: Apresentar em casos de financiamento ou utilização do saldo do FGTS;
- Declaração de quitação condominial: Declaração do Síndico ou da Administradora, afirmando que o imóvel encontra-se em dia com o pagamento das cotas condominiais . Se a declaração for dada pelo síndico, deve vir acompanhada da Ata da Assembléia que o elegeu;
Do vendedor
As certidões que se seguem devem ser retiradas em nome do vendedor e seu cônjuge, nos cartórios da cidade onde está situado o imóvel e na cidade onde o casal mora, caso sejam diferentes;
- Cópia da Carteira de identidade e do CPF do vendedor e seu cônjuge;
- Certidão de nascimento do vendedor se for solteiro; ou certidão de casamento; se for casado. Se casou depois da aquisição do imóvel, a certidão de casamento averbada no Registro de Imóveis; se desquitado ou divorciado, a antiga certidão de casamento com a respectiva averbação; se viúvo, a certidão de casamento com a averbação do óbito do cônjuge;
- Certidão negativa do Registro de Distribuição para saber se existe ação cível contra o vendedor ou contra o imóvel. Pedir com antecedência, pois leva alguns dias para ser expedida;
- Certidão de feitos expedida pela Justiça Federal, para saber se existe procedimento judicial federal contra o proprietário do imóvel;
- Certidão de feitos da Justiça do Trabalho;
- Certidão negativa do ofício de interdição e tutelas, visando indicar que o proprietário do imóvel negociado não perdeu seus direitos civis;
A Escritura
A escritura deverá ser lavrada em cartório, após a entrega de todos os documentos acima. Após lavrada a escritura, deverá ser providenciada a sua transcrição no Registro Geral de Imóveis.
A busca de um profissional para a prestação deste tipo de serviço pressupõe que, pelo pagamento de 6% de comissão devida, o corretor inicia e termina o processo oferecendo aos clientes; comprador e vendedor; a tranqüilidade de um negócio sem surpresas.
Em regra os documentos necessários para a venda do imóvel são os seguintes:
Do imóvel
– Título de propriedade registrado no Cartório do Registro de Imóveis competente (escritura pública, carta de arrematação, formal de partilha, etc);
- Certidão atualizada, expedida pelo Cartório de Registro de Imóveis, expedida nos últimos 30 dias. Este documento talvez seja o mais importante, porquanto além de atestar a titularidade do imóvel, também irá esclarecer se o imóvel está gravado com algum ônus real. A presente certidão, ainda, traça todo o histórico do imóvel, indicando se possui “habite-se”. Seu valor gira em torno de R$25,00 e pode demorar alguns dias para ser expedida, portanto, não deixe para última hora;
- ITBI: Imposto de Transmissão de Bens Imóveis. Deve ser pago pelo comprador ao município e apresentado na hora de dar entrada na escritura do imóvel. Custa 3% do valor do bem e pode ser pago diretamente na Prefeitura. Corresponde a 3% do valor atribuído ao imóvel;
- Certidão de Situação Fiscal Imobiliária: Certidão que serve para levantar se o imóvel tem algum imposto pendente e que ainda não foi ajuizado. Juntamente com esta certidão devem ser apresentados os carnês originais de IPTU dos 02 (dois) últimos anos pagos, até a data da escritura;
- Certidão para se conhecer a situação enfiteutica, isto é, se o imóvel é foreiro, ou seja, se tem domínio útil de órgãos públicos ou privados, como a Marinha e a Igreja. Deve ser solicitada na prefeitura municipal;
- Planta baixa: Apresentar em casos de financiamento ou utilização do saldo do FGTS;
- Declaração de quitação condominial: Declaração do Síndico ou da Administradora, afirmando que o imóvel encontra-se em dia com o pagamento das cotas condominiais . Se a declaração for dada pelo síndico, deve vir acompanhada da Ata da Assembléia que o elegeu;
Do vendedor
As certidões que se seguem devem ser retiradas em nome do vendedor e seu cônjuge, nos cartórios da cidade onde está situado o imóvel e na cidade onde o casal mora, caso sejam diferentes;
- Cópia da Carteira de identidade e do CPF do vendedor e seu cônjuge;
- Certidão de nascimento do vendedor se for solteiro; ou certidão de casamento; se for casado. Se casou depois da aquisição do imóvel, a certidão de casamento averbada no Registro de Imóveis; se desquitado ou divorciado, a antiga certidão de casamento com a respectiva averbação; se viúvo, a certidão de casamento com a averbação do óbito do cônjuge;
- Certidão negativa do Registro de Distribuição para saber se existe ação cível contra o vendedor ou contra o imóvel. Pedir com antecedência, pois leva alguns dias para ser expedida;
- Certidão de feitos expedida pela Justiça Federal, para saber se existe procedimento judicial federal contra o proprietário do imóvel;
- Certidão de feitos da Justiça do Trabalho;
- Certidão negativa do ofício de interdição e tutelas, visando indicar que o proprietário do imóvel negociado não perdeu seus direitos civis;
A Escritura
A escritura deverá ser lavrada em cartório, após a entrega de todos os documentos acima. Após lavrada a escritura, deverá ser providenciada a sua transcrição no Registro Geral de Imóveis.
Uma cidade verticalizada
Recife está em 21º lugar no ranking mundial de edifícios de grande porte. No país, fica atrás apenas de SP e RJ

Metrópoles gigantescas como Nova York, São Paulo e Tóquio dominam o campo imobiliário no mundo, em uma expansão de concreto que abrange todo o território, cada vez mais escasso nas cidades. Mas, exatamente por isso, as projeções de concreto apontam para o céu com edifícios cada vez mais altos, imponentes. Uma produção de larga escala, muitas vezes além do controle do plano diretor. Aliás, nem o céu parece ser o limite. No Recife, o embalo da construção civil é uma realidade. Essa impressão vertical pode ser percebida nas fundações de novas obras em cada esquina e prédios em fase de acabamento aglomerados no mesmo quarteirão. O impacto de tantas ações imobiliárias resultou em uma estatística impressionante. O que era impressão, virou fato. O Recife é uma das cidades mais verticais do mundo, muito além do que se imagina. A cidade, outrora portuária há alguns séculos, avançou, mudou os seus conceitos urbanos e optou pela verticalização, ocupando agora o 21º lugar entre as cidades com mais prédios em todo o planeta, de acordo com um estudo de uma consultoria internacional. No Brasil, o Recife está abaixo apenas de São Paulo e Rio de Janeiro, com um 3º lugar que divide opiniões, entre defensores da evolução acelerada dos centros econômicos e os críticos do crescimento desenfreado, com o surgimento de ilhas de calor, além do trânsito asfixiado.
Segundo o detalhado levantamento da Emporis, companhia alemã especializada em dados sobre edifícios desde 1996, o Recife tem 1.103 construções considerando os dois modelos conhecidos de prédios de grande porte. A lista engloba os arranha-céus conhecidos como high-rise buildings, com prédios de 35 a 100 metros, e skyscrapers, acima de 100 metros. Vale ressaltar que o dado leva em conta apenas os imóveis da capital, sem considerar toda a RMR. A estatística coloca a cidade na frente de metrópoles chinesas em franco desenvolvimento, como Xangai e Pequim.
Top 20

O aquecimento do mercado imobiliário no Recife foi bastante acentuado nadécada recém-finalizada. Dos 20 maiores prédios da cidade - uma vez que o estudo dispõe de informações sobre todas as construções inseridas nas duas categorias citadas - 19 foram construídos entre 2001/2010. A exceção foi o Edifício Porto Seguro, em Boa Viagem, erguido em 1997. O bairro da Zona Sul, um dos três mais populosos da cidade além de ser um polo econômico, concentra grande parte dos arranha-céus. No entanto, os dados com as demais construções de grande porte mostram uma expansão para outros 11 bairros, preenchendo todas as lacunas de uma cidade de 217 quilômetros quadrados, com apenas 1/3 do território de Salvador, por exemplo. Ao todo, nove prédios tem pelo menos 40 pavimentos. O mais ´antigo` deles foi construído em 2003. Se o ritmo de crescimento for mantido, o Recife deverá entrar no Top 20 em breve, pois a venezuelana Caracas tem apenas seis edifícios a mais.
Missão empresarial para abrir mercados
Você pretende exportar os produtos da sua empresa? Pois saiba que uma das formas mais eficazes de se estudar um mercado, conhecer a concorrência, identificar um representante e promover vendas é participar das feiras internacionais. Excelente canal de aproximação entre empresários brasileiros e comerciantes estrangeiros, os encontros já se consolidaram como fonte de negócios para os pernambucanos. Aqui, as missões, que ocorrem durante praticamente todos os meses do ano, são organizadas pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio) e pela Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe).
Esta última chegou a levar comitivas pernambucanas para cinco eventos internacionais em 2010, com índice médio de satisfação de 95% e 50% de negócios efetivados. ´A escolha final depende dos empresários locais e da avaliação dos nossos consultores sobre os países que trazem maiores possibilidades de procura`, explica a coordenadora do Centro Internacional de Negócios da Fiepe, Patrícia Canuto.
Uma das beneficiadas com a atuação da instituição é a Biologicus, empresa de cosméticos naturais. ´Participei da minha primeira feira no final do ano passado, na Itália, e já tenho pedidos de uma representante dos shoppings alemães. Estou adequando minha produção para atender a essa demanda`, afirma o presidente da Biologicus, Djalma Marques. Segundo ele, o processo foi simples e rápido. ´Procurei a Fiepe e eles me deram todas as informações necessárias para a viagem, tanto que já levei alguns produtos para expor lá, sem burocracia.`
A gestora de comércio exterior do Sebrae, Margarida Collier, ressalta que, nas missões, o empresário só precisa pagar as passagens e hospedagem, e o resto fica por conta das organizadoras que oferecem espaço para exposição, intérprete, visitas guiadas, rodadas de negócio e visitas técnicas a fábricas locais. Porém, antes de frequentar um evento como expositor,é aconselhável que os comerciantes participem primeiramente como visitantes. ´As missões não são unicamente uma fonte de negócios, mas também um bom local para se colher informações e contatos`, detalha.
Josias Albuquerque, presidente da Fecomércio, concorda. ´O empresário que quer exportar não pode somente vender seus produtos sem ter noção do público que está comprando. No mundo globalizado, os bons negociantes primeiro se informam sobre os mercados e depois penetram neles`, reforça. Ele adianta ainda que a missão empresarial da Fecomércio deste ano, marcada para outubro, será novamente à China, assim como a de 2007 e a de 2010, que juntas levaram 175 empresários e 30 membros do governo do estado ao país asiático.
Intensivo em mão de obra
A indústria naval brasileira renasceu. E já emprega mais pessoas do que no seu auge, na década de 1970. Naquela época, eram cerca de 40 mil empregos. Hoje, são mais de 56 mil, número que sobe para 84 mil quando se considera a indústria náutica de lazer, de acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval). Somente o Estaleiro Atlântico Sul, um dos marcos desse renascimento, gera 5,2 mil empregos, contigente que deve chegar a oito mil ainda em 2011.
Wevangi da Silva, 24, foi aluno do centro de treinamento construído pelo EAS no Complexo de Suape e hoje faz faculdade de gestão industrial. Foto: Fotos: Helder Tavares/DP/D.A Press
Trata-se de um segmento intensivo em mão de obra. No início de janeiro, o EAS abriu uma frente para contratação de aproximadamente 1,2 mil profissionais para dar conta das demandas atuais e futuras. ´Nossa maior necessidade são soldadores e montadores com experiência em indústria naval ou metalmecânica, por isso abrimos as vagas para todo o Brasil. Mas também temos outras 200 vagas para ajudantes, de nível básico, que não exigem experiência`, explica o diretoradministrativo e de relações institucionais do EAS, Gerson Beluci.
As vagas foram abertas para Pernambuco, Rio de Janeiro, Bahia, Pará, Amazonas e Minas Gerais. A gerente de recursos humanos do EAS, Jane Souza, indica o caminho das pedras para pleitear uma dessas oportunidades: ´O melhor caminho é entrar no site e deixar seu currículo`, resume. No banco de currículos do estaleiro já são cerca de 15 mil profissionais cadastrados. Jane conta que as contratações também ocorrem para preencher vagas de profissionais que foram promovidos. ´Temos, em média, 250 promoções todos os meses.`
Agora o EAS exige experiência, mas no início não foi nada fácil. O governo do estado, em parceria com as prefeituras, promoveu um reforço de escolaridade para cinco mil pernambucanos. Desses, 3.250 foram qualificados pelo Senai e viraram soldadores. Entre eles, Wevangi Alex Ferreira da Silva, 24 anos. De origem humilde e morador do bairro de San Martin, no Recife, Wevangi enxergou no estaleiro uma chance para melhorar de vida.
´Eu queria ser artista, viver dos meus desenhos, mas é muito difícil. Aqui estou aprendendo várias funções e quero continuar nesse ramo`, diz Wevangi, mostrando fotos de alguns de seus desenhos numa câmera compacta. Ele começou como aluno ponteador no Centro de Treinamento Engenheiro Francisco Vasconcelos, construído pelo EAS em Suape e doado ao governo do estado. Hoje opera uma máquina de corte no setor de painelização e à noite faz faculdade de gestão industrial. ´Depois quero fazer pós em engenharia de produção. São muitas as vantagens de trabalhar em uma grande empresa e eu quero mostrar que sou capaz`, planeja.
Quem viu a Ilha de Tatuoca repleta de mato dificilmente consegue imaginar que ali se instalou o maior estaleiro do Hemisfério Sul. E que no seu encalço estão surgindo diversos outros estaleiros em várias partes do país. O responsável pela retomada dessa indústria após mais de 30 anos de estagnação foi o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) da Transpetro, subsidiária da Petrobras na área de transporte. Até aqui são 49 navios encomendados, 22 deles ao EAS. Com as descobertas no pré-sal, virão outras encomendas de plataformas, petroleiros e barcos de apoio, movimentando ainda mais essa cadeia.
Metalmecânica em alta
A chegada de um polo naval a Suape acabou mexendo com toda a cadeia metalmecânica do estado. Um ramo que viveu sua época de ouro nos anos 1960 e 1970, mas que declinou juntamente com a atividade sucroalcooleira na década seguinte. Desde 2007, no entanto, as obras de construção e montagem dos grandes empreendimentos voltou a movimentar o segmento. Isso vem se traduzindo em mais empregos para os pernambucanos.
Somente a Metalgil, no Cabo de Santo Agostinho, abriu 176 vagas de 2007 para cá. ´Estamos no mercado desde 1963 e sobrevivemos à crise do açúcar. Agora Pernambuco está crescendo muito e a Metalgil cresce junto`, declara o diretor comercial Gil Martins. Desde 2008 foram investidos R$ 4,5 milhões em equipamentos, melhoras de processos e capacitação de mão de obra.
A Metalgil vem contratando soldadores, caldeireiros e operadores de máquinas, além de engenheiros mecânicos e elétricos. Valter de Santana Lira, 34 anos, foi porteiro durante 12 anos antes de virar ajudante e depois soldador capacitado pela empresa. ´Encontrei aqui uma oportunidade`, comemora Valter.
O salário de um soldador varia de R$ 870 a R$ 1,8 mil e pode chegar a R$ 15 mil, caso o profissional seja certificado para fazer inspeção de solda. João Amaro da Silva, 44, morador de Ponte dos Carvalhos, no Cabo, conta que nunca ficou desempregado. Fez cursos no Senai e hoje atua como inspetor. Antes de ser contratado pela Metalgil, há um ano, trabalhou em outras nove empresas.
´Não sei o que é seguro-desemprego desde que me especializei em solda`, conta um João orgulhoso, que cresceu em uma família de soldadores e trabalha na área desde os 7 anos. ´Queria que meus filhos seguissem outra carreira, mas os três resolveram ser soldadores também. Fico muito feliz.`
E não é só o polo naval que está trazendo oportunidades. O setor eólico também anima esse mercado. ´Metalúrgicas estão sendo reativadas e modernizadas em função de Suape`, pontua o presidente do Sindicato da Indústria Metalmecânica, Sebastião Pontes.
Cassio Zirpoli cassiozirpoli.pe@dabr.com.br
Fonte: Diario de Pernambuco
Metrópoles gigantescas como Nova York, São Paulo e Tóquio dominam o campo imobiliário no mundo, em uma expansão de concreto que abrange todo o território, cada vez mais escasso nas cidades. Mas, exatamente por isso, as projeções de concreto apontam para o céu com edifícios cada vez mais altos, imponentes. Uma produção de larga escala, muitas vezes além do controle do plano diretor. Aliás, nem o céu parece ser o limite. No Recife, o embalo da construção civil é uma realidade. Essa impressão vertical pode ser percebida nas fundações de novas obras em cada esquina e prédios em fase de acabamento aglomerados no mesmo quarteirão. O impacto de tantas ações imobiliárias resultou em uma estatística impressionante. O que era impressão, virou fato. O Recife é uma das cidades mais verticais do mundo, muito além do que se imagina. A cidade, outrora portuária há alguns séculos, avançou, mudou os seus conceitos urbanos e optou pela verticalização, ocupando agora o 21º lugar entre as cidades com mais prédios em todo o planeta, de acordo com um estudo de uma consultoria internacional. No Brasil, o Recife está abaixo apenas de São Paulo e Rio de Janeiro, com um 3º lugar que divide opiniões, entre defensores da evolução acelerada dos centros econômicos e os críticos do crescimento desenfreado, com o surgimento de ilhas de calor, além do trânsito asfixiado.
Segundo o detalhado levantamento da Emporis, companhia alemã especializada em dados sobre edifícios desde 1996, o Recife tem 1.103 construções considerando os dois modelos conhecidos de prédios de grande porte. A lista engloba os arranha-céus conhecidos como high-rise buildings, com prédios de 35 a 100 metros, e skyscrapers, acima de 100 metros. Vale ressaltar que o dado leva em conta apenas os imóveis da capital, sem considerar toda a RMR. A estatística coloca a cidade na frente de metrópoles chinesas em franco desenvolvimento, como Xangai e Pequim.
Top 20
O aquecimento do mercado imobiliário no Recife foi bastante acentuado nadécada recém-finalizada. Dos 20 maiores prédios da cidade - uma vez que o estudo dispõe de informações sobre todas as construções inseridas nas duas categorias citadas - 19 foram construídos entre 2001/2010. A exceção foi o Edifício Porto Seguro, em Boa Viagem, erguido em 1997. O bairro da Zona Sul, um dos três mais populosos da cidade além de ser um polo econômico, concentra grande parte dos arranha-céus. No entanto, os dados com as demais construções de grande porte mostram uma expansão para outros 11 bairros, preenchendo todas as lacunas de uma cidade de 217 quilômetros quadrados, com apenas 1/3 do território de Salvador, por exemplo. Ao todo, nove prédios tem pelo menos 40 pavimentos. O mais ´antigo` deles foi construído em 2003. Se o ritmo de crescimento for mantido, o Recife deverá entrar no Top 20 em breve, pois a venezuelana Caracas tem apenas seis edifícios a mais.
Missão empresarial para abrir mercados
Você pretende exportar os produtos da sua empresa? Pois saiba que uma das formas mais eficazes de se estudar um mercado, conhecer a concorrência, identificar um representante e promover vendas é participar das feiras internacionais. Excelente canal de aproximação entre empresários brasileiros e comerciantes estrangeiros, os encontros já se consolidaram como fonte de negócios para os pernambucanos. Aqui, as missões, que ocorrem durante praticamente todos os meses do ano, são organizadas pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio) e pela Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe).
Esta última chegou a levar comitivas pernambucanas para cinco eventos internacionais em 2010, com índice médio de satisfação de 95% e 50% de negócios efetivados. ´A escolha final depende dos empresários locais e da avaliação dos nossos consultores sobre os países que trazem maiores possibilidades de procura`, explica a coordenadora do Centro Internacional de Negócios da Fiepe, Patrícia Canuto.
Uma das beneficiadas com a atuação da instituição é a Biologicus, empresa de cosméticos naturais. ´Participei da minha primeira feira no final do ano passado, na Itália, e já tenho pedidos de uma representante dos shoppings alemães. Estou adequando minha produção para atender a essa demanda`, afirma o presidente da Biologicus, Djalma Marques. Segundo ele, o processo foi simples e rápido. ´Procurei a Fiepe e eles me deram todas as informações necessárias para a viagem, tanto que já levei alguns produtos para expor lá, sem burocracia.`
A gestora de comércio exterior do Sebrae, Margarida Collier, ressalta que, nas missões, o empresário só precisa pagar as passagens e hospedagem, e o resto fica por conta das organizadoras que oferecem espaço para exposição, intérprete, visitas guiadas, rodadas de negócio e visitas técnicas a fábricas locais. Porém, antes de frequentar um evento como expositor,é aconselhável que os comerciantes participem primeiramente como visitantes. ´As missões não são unicamente uma fonte de negócios, mas também um bom local para se colher informações e contatos`, detalha.
Josias Albuquerque, presidente da Fecomércio, concorda. ´O empresário que quer exportar não pode somente vender seus produtos sem ter noção do público que está comprando. No mundo globalizado, os bons negociantes primeiro se informam sobre os mercados e depois penetram neles`, reforça. Ele adianta ainda que a missão empresarial da Fecomércio deste ano, marcada para outubro, será novamente à China, assim como a de 2007 e a de 2010, que juntas levaram 175 empresários e 30 membros do governo do estado ao país asiático.
Intensivo em mão de obra
A indústria naval brasileira renasceu. E já emprega mais pessoas do que no seu auge, na década de 1970. Naquela época, eram cerca de 40 mil empregos. Hoje, são mais de 56 mil, número que sobe para 84 mil quando se considera a indústria náutica de lazer, de acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval). Somente o Estaleiro Atlântico Sul, um dos marcos desse renascimento, gera 5,2 mil empregos, contigente que deve chegar a oito mil ainda em 2011.
Wevangi da Silva, 24, foi aluno do centro de treinamento construído pelo EAS no Complexo de Suape e hoje faz faculdade de gestão industrial. Foto: Fotos: Helder Tavares/DP/D.A Press
Trata-se de um segmento intensivo em mão de obra. No início de janeiro, o EAS abriu uma frente para contratação de aproximadamente 1,2 mil profissionais para dar conta das demandas atuais e futuras. ´Nossa maior necessidade são soldadores e montadores com experiência em indústria naval ou metalmecânica, por isso abrimos as vagas para todo o Brasil. Mas também temos outras 200 vagas para ajudantes, de nível básico, que não exigem experiência`, explica o diretoradministrativo e de relações institucionais do EAS, Gerson Beluci.
As vagas foram abertas para Pernambuco, Rio de Janeiro, Bahia, Pará, Amazonas e Minas Gerais. A gerente de recursos humanos do EAS, Jane Souza, indica o caminho das pedras para pleitear uma dessas oportunidades: ´O melhor caminho é entrar no site e deixar seu currículo`, resume. No banco de currículos do estaleiro já são cerca de 15 mil profissionais cadastrados. Jane conta que as contratações também ocorrem para preencher vagas de profissionais que foram promovidos. ´Temos, em média, 250 promoções todos os meses.`
Agora o EAS exige experiência, mas no início não foi nada fácil. O governo do estado, em parceria com as prefeituras, promoveu um reforço de escolaridade para cinco mil pernambucanos. Desses, 3.250 foram qualificados pelo Senai e viraram soldadores. Entre eles, Wevangi Alex Ferreira da Silva, 24 anos. De origem humilde e morador do bairro de San Martin, no Recife, Wevangi enxergou no estaleiro uma chance para melhorar de vida.
´Eu queria ser artista, viver dos meus desenhos, mas é muito difícil. Aqui estou aprendendo várias funções e quero continuar nesse ramo`, diz Wevangi, mostrando fotos de alguns de seus desenhos numa câmera compacta. Ele começou como aluno ponteador no Centro de Treinamento Engenheiro Francisco Vasconcelos, construído pelo EAS em Suape e doado ao governo do estado. Hoje opera uma máquina de corte no setor de painelização e à noite faz faculdade de gestão industrial. ´Depois quero fazer pós em engenharia de produção. São muitas as vantagens de trabalhar em uma grande empresa e eu quero mostrar que sou capaz`, planeja.
Quem viu a Ilha de Tatuoca repleta de mato dificilmente consegue imaginar que ali se instalou o maior estaleiro do Hemisfério Sul. E que no seu encalço estão surgindo diversos outros estaleiros em várias partes do país. O responsável pela retomada dessa indústria após mais de 30 anos de estagnação foi o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) da Transpetro, subsidiária da Petrobras na área de transporte. Até aqui são 49 navios encomendados, 22 deles ao EAS. Com as descobertas no pré-sal, virão outras encomendas de plataformas, petroleiros e barcos de apoio, movimentando ainda mais essa cadeia.
Metalmecânica em alta
A chegada de um polo naval a Suape acabou mexendo com toda a cadeia metalmecânica do estado. Um ramo que viveu sua época de ouro nos anos 1960 e 1970, mas que declinou juntamente com a atividade sucroalcooleira na década seguinte. Desde 2007, no entanto, as obras de construção e montagem dos grandes empreendimentos voltou a movimentar o segmento. Isso vem se traduzindo em mais empregos para os pernambucanos.
Somente a Metalgil, no Cabo de Santo Agostinho, abriu 176 vagas de 2007 para cá. ´Estamos no mercado desde 1963 e sobrevivemos à crise do açúcar. Agora Pernambuco está crescendo muito e a Metalgil cresce junto`, declara o diretor comercial Gil Martins. Desde 2008 foram investidos R$ 4,5 milhões em equipamentos, melhoras de processos e capacitação de mão de obra.
A Metalgil vem contratando soldadores, caldeireiros e operadores de máquinas, além de engenheiros mecânicos e elétricos. Valter de Santana Lira, 34 anos, foi porteiro durante 12 anos antes de virar ajudante e depois soldador capacitado pela empresa. ´Encontrei aqui uma oportunidade`, comemora Valter.
O salário de um soldador varia de R$ 870 a R$ 1,8 mil e pode chegar a R$ 15 mil, caso o profissional seja certificado para fazer inspeção de solda. João Amaro da Silva, 44, morador de Ponte dos Carvalhos, no Cabo, conta que nunca ficou desempregado. Fez cursos no Senai e hoje atua como inspetor. Antes de ser contratado pela Metalgil, há um ano, trabalhou em outras nove empresas.
´Não sei o que é seguro-desemprego desde que me especializei em solda`, conta um João orgulhoso, que cresceu em uma família de soldadores e trabalha na área desde os 7 anos. ´Queria que meus filhos seguissem outra carreira, mas os três resolveram ser soldadores também. Fico muito feliz.`
E não é só o polo naval que está trazendo oportunidades. O setor eólico também anima esse mercado. ´Metalúrgicas estão sendo reativadas e modernizadas em função de Suape`, pontua o presidente do Sindicato da Indústria Metalmecânica, Sebastião Pontes.
Cassio Zirpoli cassiozirpoli.pe@dabr.com.br
Fonte: Diario de Pernambuco
Você sabe qual o real valor do seu imóvel?
Com base em dados técnicos e de mercado, os avaliadores de imóveis podem oferecer ao cliente a segurança de um preço justo ao imóvel
É comum o cliente levar em conta aspectos como localização ou tempo de uso do imóvel para definir um preço para a venda. Mas é o avaliador de imóveis quem tem preparo técnico para fornecer o preço real do seu imóvel.
Vários são os motivos que levam um cliente a contratar um avaliador de imóveis. Questões de partilha, venda, negociações envolvendo troca e pagamento, discordância do valor ofertado, garantia de outras negociações, são algumas delas.
O corretor de imóveis Ademir Fischer, de Guabiruba (SC), trabalha há um ano com avaliação de imóveis e explica que o procedimento inicial é a coleta de dados do imóvel, aplicando-se a uma tabela com as devidas apreciações. “É necessário fazer a vistoria in loco, analisandoo quanto a Legislação Ambiental e o Plano Diretor da Cidade. Nas casas e apartamentos, avaliamos o estado de conservação, material usado, localização e idade do mesmo,”comenta.
Caso o imóvel seja um terreno, outros pontos são levados em conta. “São considerados os recuos necessários, a topografia, localização e tipo de construção permitido no imóvel,” ressalta.
Visão aquém do mercado
O corretor e avaliador de imóveis Dorival Leite, de Curitiba (PR), afirma que há muita procura pelo serviço de avaliação de imóveis para venda. Atualmente, faz em média cinco avaliações por mês e segundo ele, as expectativas do cliente nem sempre estão de acordo com a realidade do mercado, o que pode criar dificuldades na aceitação, em alguns casos.
“As avaliações para venda normalmente são solicitadas para confirmar o que proprietário já tem para si. Normalmente ele já sabe quanto quer pelo imóvel. Como avaliador, discuto os valores que o mercado aceita ou o que é possível convencer compradores por aquele valor, e nem sempre condizem com o desejo-anseio-fantasia do proprietário. De qualquer forma, é o cliente quem toma a decisão,” ressalta Leite.
Segurança e preço certo
Segurança na tomada de decisão, com base na opinião de um profissional, é a maior vantagem de optar pela avaliação de imóveis. “O avaliador possui um embasamento lógico e profissional para um valor a ser estabelecido, e pode reduzir os riscos de se jogar fora ou perder tempo na venda, alienação, compra ou locação de um imóvel,” comenta Dorival Leite
Para Fischer, contratar um avaliador é ter a certeza de não estabelecer preços irreais. “O cliente, por não ter conhecimento de causa, pode colocar um valor menor ou até com preços exagerados, não conseguindo vender seu imóvel,” finaliza.
É comum o cliente levar em conta aspectos como localização ou tempo de uso do imóvel para definir um preço para a venda. Mas é o avaliador de imóveis quem tem preparo técnico para fornecer o preço real do seu imóvel.
Vários são os motivos que levam um cliente a contratar um avaliador de imóveis. Questões de partilha, venda, negociações envolvendo troca e pagamento, discordância do valor ofertado, garantia de outras negociações, são algumas delas.
O corretor de imóveis Ademir Fischer, de Guabiruba (SC), trabalha há um ano com avaliação de imóveis e explica que o procedimento inicial é a coleta de dados do imóvel, aplicando-se a uma tabela com as devidas apreciações. “É necessário fazer a vistoria in loco, analisandoo quanto a Legislação Ambiental e o Plano Diretor da Cidade. Nas casas e apartamentos, avaliamos o estado de conservação, material usado, localização e idade do mesmo,”comenta.
Caso o imóvel seja um terreno, outros pontos são levados em conta. “São considerados os recuos necessários, a topografia, localização e tipo de construção permitido no imóvel,” ressalta.
Visão aquém do mercado
O corretor e avaliador de imóveis Dorival Leite, de Curitiba (PR), afirma que há muita procura pelo serviço de avaliação de imóveis para venda. Atualmente, faz em média cinco avaliações por mês e segundo ele, as expectativas do cliente nem sempre estão de acordo com a realidade do mercado, o que pode criar dificuldades na aceitação, em alguns casos.
“As avaliações para venda normalmente são solicitadas para confirmar o que proprietário já tem para si. Normalmente ele já sabe quanto quer pelo imóvel. Como avaliador, discuto os valores que o mercado aceita ou o que é possível convencer compradores por aquele valor, e nem sempre condizem com o desejo-anseio-fantasia do proprietário. De qualquer forma, é o cliente quem toma a decisão,” ressalta Leite.
Segurança e preço certo
Segurança na tomada de decisão, com base na opinião de um profissional, é a maior vantagem de optar pela avaliação de imóveis. “O avaliador possui um embasamento lógico e profissional para um valor a ser estabelecido, e pode reduzir os riscos de se jogar fora ou perder tempo na venda, alienação, compra ou locação de um imóvel,” comenta Dorival Leite
Para Fischer, contratar um avaliador é ter a certeza de não estabelecer preços irreais. “O cliente, por não ter conhecimento de causa, pode colocar um valor menor ou até com preços exagerados, não conseguindo vender seu imóvel,” finaliza.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Recomendações PDG na Bovespa.
PDG Realty: boom imobiliário à vista
Após adquirir a Agre no início de 2010, a PDG Realty tornou-se a empresa de maior capitalização dentre as imobiliárias no Brasil e ainda ganhou exposição aos segmentos de média e alta renda. No entanto, para a Concórdia, o que balisa a recomendação para os papéis da companhia é o bom posicionamento da empresa para se beneficiar do boom imobiliário em praticamente todos os Estados do País, principalmente dentro do programa governamental Minha Casa, Minha Vida, voltado para a baixa renda.
O Bank of America também acredita que a companhia tem um prognóstico interessante em função da demanda crescente, com o déficit habitacional ainda existente no Brasil, e garantia de fonte estável de financiamentos para habitação para os setores de menor renda, também por causa do programa do governo.
Após adquirir a Agre no início de 2010, a PDG Realty tornou-se a empresa de maior capitalização dentre as imobiliárias no Brasil e ainda ganhou exposição aos segmentos de média e alta renda. No entanto, para a Concórdia, o que balisa a recomendação para os papéis da companhia é o bom posicionamento da empresa para se beneficiar do boom imobiliário em praticamente todos os Estados do País, principalmente dentro do programa governamental Minha Casa, Minha Vida, voltado para a baixa renda.
O Bank of America também acredita que a companhia tem um prognóstico interessante em função da demanda crescente, com o déficit habitacional ainda existente no Brasil, e garantia de fonte estável de financiamentos para habitação para os setores de menor renda, também por causa do programa do governo.
Além disso, Adrian Huerta, do JP Morgan, acredita que a aquisição da Agre abrirá espaço para que a receita da PDG cresça mais do que a de seus pares em 2011, com uma das maiores margens operacionais da indústria. "A companhia é geograficamente diversificada, tem um dos melhores times de administração no setor e grande foco em geração de caixa, além de ter interesses alinhados ao dos acionistas minoritários", apontou o analista do banco, que por isso selecionou a PDG entre suas top picks no setor para a América Latina.
PODER DE GARANTIR ! (PDG)
Podem comprar PDG É UM OTIMO INVESTIMENTO!!!!
“Vejam as recomendações do infomoney"
As 10 aposta para 2011:
- Votos:
- Vale: 9
- Petrobras: 8
- PDG Realty: 6
- Itaú Unibanco: 6
- Lojas Americanas: 3
- VIVO: 3
- Pão de Açúcar: 3
- GOL: 3
- Bradesco: 3
- Tractebel: 2
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